Hoje, querida,
não tem poesia;
Não tem rima nem verso.
Hoje, querida,
só quero olhar seu rosto,
onde habita um sorriso tímido.
Hoje é você a poesia.
Em cada olhar teu vejo as rimas,
e tuas linhas são como versos,
que se combinam e se entrelaçam,
formando em ti um poema.
O mais complexo que eu já li.
Por: Renato Gustavo Miguel da Silva
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Malabares para a dama
Bobo sem corte,
me conte uma piada.
Chegue mais perto,
sou a dama emburrada.
Dos seus malabares
com o meu coração
não restou mais nada,
só essa canção.
Toque seu banjo,
cante sobre a sua vida,
sou só uma dama
um pouco deprimida.
Persigo-te.
Não é de hoje nem é de ontem;
pode ser de um ano atrás.
Sigo os rastros do teu perfume,
teu bafo de cachaça,
teus restos das noites.
Sigo as notas do teu violão
e o leve desafinar da tua voz.
Sigo até os seus afetos,
amores e amigos.
Farejo-lhe como um cão faminto.
Sigo os rastros dos teus pés
e os apago para que ninguém
mais o faça.
Sigo teus fios de cabelo e
tua cara virada de ressaca,
teu bafo de cachaça.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Antítese Trochiana.
Não sei se ele se esvai apenas dos meus dias,
ou se, cansado, desiste do mundo inteiro.
Não encontro mais aquela poesia,
que eu construía sempre ao lado dele.
Fico fraca sem os meus versos e sem a
voz de todas aquelas minhas rimas.
Eu fico fraca, perdida, não
não há mais candor nem serpentina.
ou se, cansado, desiste do mundo inteiro.
Não encontro mais aquela poesia,
que eu construía sempre ao lado dele.
Fico fraca sem os meus versos e sem a
voz de todas aquelas minhas rimas.
Eu fico fraca, perdida, não
não há mais candor nem serpentina.
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