segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
.
Virei poetisa do amor,
não do mundo como eu queria.
Virei poetisa que fala
apenas de um homem,
não para os homens.
Virei apaixonada, não poetisa...
não do mundo como eu queria.
Virei poetisa que fala
apenas de um homem,
não para os homens.
Virei apaixonada, não poetisa...
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Eu sou poeta só,
só de vez em quando.
Só enquanto inspira o eu choro
o teu pranto e o teu lamento.
Rimo verso, meço frase,
e se couber espaço,
ponho ali minha saudade.
As vezes sou direto,
cito a fonte, me declaro!
Vez por outra sou discreto,
me resguardo nas entrelinhas
das estórias que eu crio.
E a ti, fulana,
eu chamo de Maria.
Tu que me ensinaste
que nem sempre os versos rimam,
que escrever é tão preciso.
Mas eu sou poeta só,
só de vez em quando.
Por: Poetinha Dissonante.
só de vez em quando.
Só enquanto inspira o eu choro
o teu pranto e o teu lamento.
Rimo verso, meço frase,
e se couber espaço,
ponho ali minha saudade.
As vezes sou direto,
cito a fonte, me declaro!
Vez por outra sou discreto,
me resguardo nas entrelinhas
das estórias que eu crio.
E a ti, fulana,
eu chamo de Maria.
Tu que me ensinaste
que nem sempre os versos rimam,
que escrever é tão preciso.
Mas eu sou poeta só,
só de vez em quando.
Por: Poetinha Dissonante.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Quando pequena me deram de presente um novelo de felicidade. Era para eu, aos poucos, tecer um belo agasalho para me proteger dos invernos da alma, um suéter quem sabe, com pontinhos de alegria.
Comecei, fazia torto, mas fazia. Teci primeiro as mangas, era mais fácil. Quando percebi tinha feito pra mim braços enormes, do tamanho do mundo por querer tudo dentro dos meus braços e abraços. Por querer controlar o que não me era de direito, perdi o controle e faltou linha para vestir o meu peito. Inverno por inverno eu congelava meu coração, pouco batia, só o suficiente pra me deixar passando frio. Braços quentes para abraçar eu tinha, só não possuía mais meu coração alegre.
Comecei, fazia torto, mas fazia. Teci primeiro as mangas, era mais fácil. Quando percebi tinha feito pra mim braços enormes, do tamanho do mundo por querer tudo dentro dos meus braços e abraços. Por querer controlar o que não me era de direito, perdi o controle e faltou linha para vestir o meu peito. Inverno por inverno eu congelava meu coração, pouco batia, só o suficiente pra me deixar passando frio. Braços quentes para abraçar eu tinha, só não possuía mais meu coração alegre.
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